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Aprendizes ganham mais espaço no mercado
Aprendizes ganham mais espaço no mercado 04/02/2016

Ministério do Trabalho e Emprego lança a meta de empregar 1,7 milhão de aprendizes entre 14 e 24 anos até 2019. Para isso, uma das medidas é estender a Lei de Aprendizagem às instituições de administração pública.

Até hoje, a Lei de Aprendizagem obrigava apenas organizações de médio e grande porte empregar entre 5% e 15% de jovens em relação ao seu quadro de funcionários. Se o empregador não cumpre a cota mínima, pode ser multado entre 400 e 2.000 reais por aprendiz não contratado.

Esta regra estabelece que estes jovens devem ter carteira assinada, salário mínimo e todos os demais direitos trabalhistas e previdenciários assegurados. Em contrapartida as instituições recebem diversos incentivos do governo, como redução tributária e diminuição do custo no caso de rescisão de contrato.

No entanto, muitas empresas já enxergam esta lei com uma oportunidade para atrair bons funcionários, começando desde cedo uma relação de aprendizado e confiança. Empresas como o caso da Nestlé proporcionam para os jovens aprendizes, a orientação de carreira e o contato com diferentes áreas e gestores. Além disso, perseguem a meta de ampliar a efetivação dos jovens no quadro da empresa de 11% para 30% até 2017.

Em muitos casos, mesmo com gaps educacionais, a vontade de aprender e de crescer tem pesado na hora da contratação por parte da empresa, afirma Vanessa Lobato, diretora de recursos humanos do banco Santander .

Seguindo este mesmo caminho das grandes empresas, em julho de 2015, o Ministério do Trabalho e Emprego já havia anunciado o Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa que torna o programa mais atrativo para tais empregadores, reduzindo o custo de contratação para a empresa e tornando a responsabilidade com a qualificação e desenvolvimento dos jovens por conta do Pronatec.

Fonte:

Você RHAnna Carolina Oliveira

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